O desenvolvimento da habilidade vocal direcionada à cena foi a ênfase de hoje. Voltamos a usar a Casa de Cultura Mário Quintana , pois estava ficando difícil para a Jana voltar tarde para a casa. Apesar da centralidade do local nosso horário ficou mais restrito, já que dificilmente conseguimos nos reunir antes das 19:30 e a Casa de Cultura fecha às 21 horas.
Começamos com um exercício de rolamento visando uma descontração muscular. Aproveitei o momento para repassar a noção de níveis e variações de velocidade.
Fizemos um sucinto aquecimento vocal (o suficiente para não se machucar, deixando a voz mais disponíveis as possíveis modulações). Depois disso cada um cantava um trecho de uma música e todos repetiam.
A parte seguinte serviu para resgatar a poesia que havíamos escolhidos outrora e também a relação com o objeto de cada um. O propósito disso era mesclar o texto com uma seqüência de ações adotadas através do estímulo com o objeto e seu possível uso. Dessa vez o trabalho foi em dupla: uma fazia a seqüência e o outro lia o texto. Ficou interessante, mas o ideal seria que cada um memorizasse o próprio texto.
Acabando nosso tempo dentro da Casa de Cultura fomos a um bar tomar uma cervejinha e organizar os relatos pendentes. A Paula ficou responsável por digitá-los. Realmente não é a toa que atribuem a manifestação teatral a Baco. Todo mundo sabe o quanto o teatro é sério para mim, mas uma descontraída etílica cai bem a qualquer grupo.
OBS: Esqueci de dizer; quebramos o recorde! Acertamos os Escravos de Jô quase de primeira, mas saiu direitinho na terceira.
Escrito por Gyan Celah .
